A Honda XRE 300 Sahara foi a grande campeã entre as motos do Selo Maior Valor de Revenda, premiação promovida pela Agência Autoinforme. O modelo registrou 1,9% de depreciação após um ano de uso, conquistando o menor índice de desvalorização entre as 27 categorias avaliadas no estudo.
Na prática, isso significa que quem comprou uma Honda XRE 300 Sahara zero quilômetro em 2025 conseguiu recuperar praticamente todo o valor investido no momento da revenda. Em resumo, um resultado que reforça a forte aceitação do modelo no mercado brasileiro.

Honda XRE 300 Sahara lidera ranking com ampla vantagem
Além de vencer na categoria Trail, a Honda XRE 300 Sahara também ficou com o título geral da premiação. Segundo os dados da pesquisa, a motocicleta teve uma desvalorização muito abaixo da média do mercado e superou com ampla vantagem o segundo menor índice registrado no levantamento, que foi de 3,8%.
De acordo com a Agência Autoinforme, fatores como tecnologia, confiabilidade, pós-venda e liquidez no mercado de seminovos ajudam a explicar o desempenho da XRE 300 Sahara.

O resultado também reforça o sucesso do projeto da trail da Honda, que resgatou um dos nomes mais tradicionais do motociclismo brasileiro em uma proposta moderna, versátil e voltada tanto ao uso urbano quanto às viagens e trechos fora de estrada.
Honda dominou diferentes categorias
A Honda terminou o Selo Maior Valor de Revenda 2026 como a fabricante mais premiada do levantamento, alcançando a marca de 50 vitórias ao longo da história da premiação.
Além da XRE 300 Sahara, a marca japonesa também venceu nas seguintes categorias:
- Motoneta: Honda Biz 125, com 6,6% de depreciação;
- Scooter até 300 cc: Honda PCX 160, com 4,2%;
- ATV: Honda TRX 420 Fourtrax, com 5,2%.

A XRE 300 Sahara se tornou ainda o nono modelo da Honda a conquistar o título de campeã geral do Selo Maior Valor de Revenda.
Yamaha, Kawasaki e Royal Enfield também se destacam
A Yamaha também teve forte presença na edição 2026 da premiação. A fabricante venceu na categoria Street com a Yamaha YBR Factor, que registrou depreciação de apenas 2,3%.

A marca ainda levou troféus em outras três categorias:
- Yamaha MT-03 na Naked de até 500 cc;
- Yamaha MT-07 na Naked de 500 cc a 800 cc;
- Yamaha YZ250 na Off-Road.
Já a Kawasaki teve destaque nas categorias de média cilindrada com modelos como:
- Kawasaki Versys 650;
- Kawasaki Versys-X 300;
- Kawasaki Z650RS;
- Kawasaki Ninja 300.
A Royal Enfield foi premiada nas categorias Custom com a Meteor 350 (até 500 cc) e a Super Meteor 650 (de 501 a 800 cc).

Harley, Triumph, Piaggio e Shineray aparecem entre as vencedoras
A Triumph também apareceu entre os destaques desta edição do Selo Maior Valor de Revenda com dois modelos: Tiger Sport 660 na categoria Crossover e a Speed Twin 900 entre as Naked.
Já a Harley-Davidson manteve força nas categorias de maior cilindrada com a Touring Road Glide e a Custom Street Glide.

Além disso, a Shineray venceu entre as cinquentinhas com a XY-50-Q Jet-S e na categoria das elétricas, com a PT 02 2000-W.
A Piaggio também apareceu entre as vencedoras nas categorias de três rodas. A marca conquistou o prêmio com o Piaggio Apé Passenger 230 entre os triciclos a combustão e com o Piaggio e-Cargo na categoria de triciclos elétricos.
Polaris vence entre os UTVs
Além da vitória da Honda entre os quadriciclos ATV, a Polaris também foi destaque no levantamento.
A marca venceu na categoria UTV com o Polaris Ranger 570, que registrou índice de depreciação de 7,8% após um ano de uso.

O resultado reforça o crescimento da procura por veículos utilitários off-road no mercado brasileiro, tanto para lazer quanto para trabalho.
Estudo avaliou 222 modelos do mercado brasileiro
Segundo a Autoinforme, o estudo analisou 222 modelos comercializados no Brasil, comparando os preços oficiais de motocicletas zero quilômetro com os valores médios de revenda após um ano de uso.
A metodologia considera o comportamento real do mercado e funciona como um importante indicador para consumidores que avaliam não apenas o preço de compra, mas também o custo total de propriedade e a liquidez do veículo no mercado de seminovos.






